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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Como mudar o passado

Olá pessoal!

Hoje é dia de crônica, e eu fiz esta aqui com um tema: Mudar o passado. A Bruna Vieira, escritora do Depois dos Quinze, irá sortear o livro dela, demais né? Então o pessoal que quiser participar tem duas formas, a primeira é pela sorte, preencher um formulário lá no blog, e a segunda é fazer uma crônica com esse tal tema. E eu optei pela segunda forma porque, como vocês já sabem, amo escrever!
Terá uma comissão julgadora que lerá as crônicas e escolherá o vencedor. 
Para quem quiser participar do sorteio também, é nesse link aqui. Para quem não for participar, torçam por mim! \o/



Como mudar o passado

Complicado pensar em mudar o passado, né? Ou melhor, pensar é fácil, complicado é realmente mudar.
Acredito que muitas pessoas nesse mundão gostariam mudar alguma coisa do passado. Algumas coisas que se arrependem de ter feito, ou de não ter feito. De ter escolhido um caminho errado, ou uma pessoa errada.
São tantas, inúmeras coisas que poderíamos mudar em um passado. Um beijo mal dado, ou bem dado. Um amor não retribuído. Aqueles micos de colégio, então?! Nem fala!
Pensando sobre o tema: Vida. Analisei as questões: passado, presente, futuro. Tirei algumas conclusões. Conclusões estas que me fazem evoluir e melhorar como pessoa, principalmente na questão emocional, que no meu caso é a mais descompensada.
No meu presente eu escolho a trilha sonora que  irá tocar aquele dia, poderia escolher até uma que fosse para a vida inteira, mas aí seria muito massante para mim. A cada dia que passa é uma trilha diferente, um caminho diferente, um jeito diferente, mas que me leva a um só e mesmo objetivo.
Já o meu futuro é o coletivo desse meu presente.
E o passado, como diz o nome, já passou. E na realidade não mudaria. Porque se foi nesse passado que fiz escolhas erradas, me arrependi, chorei, sofri, refleti e aprendi. Não mudaria justamente por acreditar que são com os erros que a gente aprende. Sei que a frase é típica, mas se foi a mãe que disse pode ter certeza que é a verdade.
Os erros que vivi no meu passado me resultaram em feridas que não me deixam mais errar, pelo menos não nos mesmos erros.

Eu só mudaria o passado se as feridas continuassem em mim. 





Beijocas!

domingo, 8 de setembro de 2013

O tempo




Sabe aquela hora que você não sabe o que fará da vida? A hora em que você olha pra frente e só vê um futuro incerto. Pois bem, cá estou eu, escrevendo o que sinto, sentada na cama, pensando na vida, - que por sinal, qual o problema de pensar na vida? Que ditado ridículo foi esse que inventaram “Está pensando na morte da bezerra?” E se fosse na morte da coitada? Ninguém tem nada a ver com isso –  o futuro é uma caixinha de surpresas, ok, o presente já é assim. Mas o futuro me dá medo. Me olho no espelho e muita das vezes não me reconheço, ou melhor, não é a imagem que queria ver. Quero ver o meu futuro em linhas retas, limpo, sem nenhuma neblininha, ela embaça demais. Tá ok, o futuro a Deus pertence eu sei. E eu entrego tudo a Ele. Mas a ansiedade não me deixa apenas olhar para o presente, e pior, penso tanto no futuro e nessa ansiedade atormentante que esqueço-me do presente. Pode isso?
Não, não quero psicólogos, quero o presente que me faça valer levantar da cama, tomar um bom café – tipo aqueles de novela, sabe? – vestir Armani, sair de casa com meu carrão – tá o veloster – e ir para o meu trabalho ideal. Será possível que estou pedindo muito? Tá eu tenho consciência, sei que estou. Mas e daí? Não temos outro ditado “querer é poder” então. Eu quero!
Mas aí, me pego outra vez olhando pela janela, só pensando no futuro e adivinha, vendo a neblina encobrir tudo outra vez. É bem assim. Será que todos da minha idade passam por isso? Sempre acho que sou a única, a única que sofro, a única que me lamento, a única que não prospero. Mas tem uma coisa diferente dessa vez. Estou sentindo isso desde ontem. Uma coisa no meu eu, que diz que dessa vez dará certo. Dessa vez as coisas mudam. O meu futuro passa a ser o meu presente, e do meu presente olharei pro futuro e não verei nenhum ponto de interrogação, muito menos alguma neblina.

É isso mesmo que preciso, um puxão de orelha, que só eu posso me dar. Um acoooorda menina! – o da Ana Maria – mas com uma grande diferença, esse acorda não será para abrir os olhos e olhar pra tv, será para abrir os olhos e olhar pra vida. Mas claro, não só olhar, acordar, levantar, batalhar e vencer! Claro, vencer! Porque se eu quero, eu posso!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Primeira crônica do blog

Olá pessoal!
Tudo bem?

Essa é a primeira crônica que escrevo para o blog. 

Para quem não sabe nessa semana e na seguinte terá a Bienal do livro aqui no RJ. E não é que me inspirou? Hehe'
Fui visitar a Bienal no domingo, 01/09, estava bem cheia. E adivinhem!!! Consegui autógrafos e duas fotos com a Thalita Rebouças. s2

Olhem aí:




Eu nem acredito! Tremi e chorei. Mas consegui! UFA!

E agora vai a minha crônica, dê a sua opinião!



UMA CARTA

Se eu sou escritora? Não sei. Posso fazer um teste algum dia, mas bom, pouco importa! Se cada um tem gostos distintos, não tem como ser bom ou ruim!
Mas o que quero mesmo é desabafar. Falar alguma coisa para alguém, mas não! Esse alguém não precisa me conhecer! Tampouco ser meu amigo. Pode ser alguém que more do outro lado do mundo, mas que passe pelo que passo. 
Semelhança. Pode ser ou não. Tanto faz. Mas... me entregue por favor uma folha e caneta. Sim. Não sou chegada a tecnologia. Quero escrever. Quero fazer uma carta para a minha melhor amiga. Agora sim! Amiga! 
Preciso dizer sobre os meus amores, sobre o meu passado, presente e futuro, necessito dizer os meus sonhos, os meus medos, o que penso da vida - que não é pouco - falar das pessoas, do que acho errado, do que acho certo - que não é a absoluta verdade... ou é! Pelo menos para mim - escrever o que espero da vida, o que espero dele. Posso adiantar... não quero ajuda ou conselho, quero só alguém para me escutar porque afinal só o que quero é desabafar!



Beijocas!